Pastoral de São José homenageia Zilda Arns

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Lideranças da Pastoral da Criança da Diocese de São José dos Campos irão prestar homenagem a sua fundadora, Zilda Arns, morta em 12 de janeiro deste ano em um terremoto no Haiti. O ato ocorre durante um ‘Encontrão de líderes da Pastoral da Criança’, amanhã, na sede dos Vicentinos, no Jardim Paulista, na região central de São José.

Durante o encontro, cerca de 300 liderenças também irão debater meios de ampliar a atuação da pastoral na diocese que hoje realiza 3.680 atendimentos –sendo 3.100 de crianças e o restante, gestantes.

Segundo a coordenadora da pastoral da crianças da diocese de São José, Elisa Fernandes Fileno Matias, 41 anos, a morte de Zilda Arns foi uma grande perda para a Pastoral. “Nossa líder maior está no céu e agora nosso trabalho terá de ser duplicado. Queremos nesse dia de confraternização e oração revigorar nossas forças após a partida de nosso maior exemplo.”

Segundo ela, durante o encontro um banner com o retrato de Zilda irá percorrer o salão em meio ao canto.

MAPA - Na Diocese de São José, a Pastoral da Criança surgiu em 24 de setembro de 1987, a pedido do primeiro bispo, Dom Eusébio Oscar Sheid. A primeira sede da Pastoral da Criança na Diocese foi a Paróquia São Silvestre, em Jacareí. Hoje, a pastoral está presente em 34 das 40 paróquias da Diocese que abrange as cidades de São José, Jacareí, Monteiro Lobato, Santa Branca, Paraibuna e Igaratá.


Militares do Vale seguem rumo ao Haiti

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O Exército realizou ontem em São Paulo a cerimônia de formatura dos 146 militares paulistas, entre eles, 48 homens dos batalhões do Vale do Paraíba, que serão enviados para o Haiti na próxima semana.

Da região, 29 soldados são do 5º BIL (Batalhão de Infantaria Leve) de Lorena, 9 soldados do 6º BIL de Caçapava, 9 do pelotão de Polícia do Exército, setores de comunicação e apoio da 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) de Caçapava e 1 do Bavex (Batalhão de Aviação do Exército) de Taubaté.

Esta tropa se juntará com outros 750 soldados do Exército de outras partes do Brasil para auxiliar na missão de Força de Paz da ONU (Organização das Nações Unidas).

Familiares e amigos dos militares aproveitaram os últimos momentos com os oficiais e soldados antes da partida da tropa para o Rio de Janeiro, onde passarão por uma semana de treinamento.

No próximo dia 13 terá início o embarque do contigente rumo ao país caribenho, devastado pelo terremoto de 7,3 graus na escala Richter no dia 12 de janeiro, que matou mais de 200 mil pessoas, entre eles, 18 brasileiros –15 militares e 3 civis.

SELEÇÃO - Segundo o governo brasileiro, os 900 militares da tropa adicional autorizada pelo Ministério da Defesa vão patrulhar a capital Porto Príncipe, que enfrentou uma onda de violência logo após o forte tremor.

Foram convocados principalmente soldados que já participaram voluntariamente de contigentes anteriores da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti), fato que, segundo o comando do Exército, facilitaria a estadia dos soldados no Haiti por já conhecerem a realidade daquele país.

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Câmara aprova indenização

Na primeira votação da Câmara este ano, os deputados aprovaram hoje projeto de lei que concede indenização de R$ 500 mil às famílias dos 18 militares brasileiros mortos no Haiti durante o terremoto que devastou o país. Aprovado em votação simbólica, o auxílio especial terá agora que ser apreciado pelo Senado.

Os deputados aproveitaram a sessão para fazer um minuto de silêncio em homenagem aos 18 militares mortos no Haiti, em 12 janeiro.

Pelo projeto de lei, os dependentes dos militares que são estudantes também terão direito a receber uma bolsa no valor de R$ 510 mensais até os 18 anos de idade ou, no caso dos universitários, até os 24 anos. A proposta prevê que esse valor será atualizado na mesma data e pelo mesmo índice que os benefícios do regime geral da Previdência Social. Caberá ao Ministério da Defesa elaborar as normas necessárias para o pagamento do benefício, como o cadastramento dos estudantes dependentes, a comprovação de matrícula, a frequência e o rendimento escolar.

Assim que o auxílio de R$ 500 mil aprovado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai enviar ao Congresso projeto de lei abrindo crédito extraordinário para o pagamento da despesa.

O Brasil comanda a força de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti desde 2004.

Em 12 de janeiro, o país foi atingido por um terremoto de magnitude 7 na escala Richter. Ao todo, mais de 200 mil pessoas morreram. Entre eles, a fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, e o número dois da chefia civil da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah), Luiz Carlos da Costa, além dos 18 militares brasileiros.

O presidente Lula vai visitar o Haiti, que é o país mais pobre da América Latina, no dia 25 de fevereiro. Na ocasião, Lula vai anunciar um pacote de ajuda para a reconstrução do país.


48 militares da região vão para o Haiti

O Comando Militar Sudeste, responsável pelos batalhões do Exército no Estado, realiza hoje, às 14h30, em São Paulo, a formatura de 150 militares, entre eles 48 homens do Vale do Paraíba, que farão parte do contingente adicional de soldados, autorizado pelo Ministério da Defesa, para reforçar as tropas brasileiras no Haiti.

Esses militares serão integrados a outros 750 militares, que compõem a tropa extra de soldados que será enviada ao Haiti, que foi devastado por um terremoto em 12 de janeiro, matando mais de 200 mil pessoas, incluindo 18 brasileiros, entre eles, 10 militares do 5º BIL (Batalhão de Infantaria Leve) de Lorena.

De acordo com o setor de relações públicas do Exército, estes soldados compõem o 12º contingente de Força de Paz que contribuirá para a Minustah (Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti), que o Brasil lidera desde 2004.

O 11º contigente deve retornar completamente até o próximo sábado, data em que se encerra o rodízio de militares no país caribenho.

 De acordo com o Comando do Exército, foram escolhidos militares que já estiveram no Haiti em missões anteriores, além de outros soldados que se inscreveram voluntariamente para compor a Força de Paz da ONU (Organização das Nações Unidas).

Dos 150, 48 pertencem à 12ª Brigada de Infantaria Leve (Aeromóvel) de Caçapava, além do Bavex (Batalhão de Aviação do Exército) de Taubaté.

Da Redação do valeparaibano


Missão Humanitária

O Exército informou neste domingo que o reforço de 750 militares brasileiros para integrarem a missão humanitária da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti –que foi devastado por um terremoto de magnitude 7 no início do mês– deve desembarcar por lá até o início de março. Segundo o comando do Exército, esses militares são do batalhão de infantaria e a maioria já esteve em outras missões no Haiti e vão atuar na distribuição de alimentos, nas ajudas às vítimas do terremoto e nas medidas de reconstrução do país caribenho.

Da Redação do valeparaibano


Bill Clinton elogia Brasil

A ajuda prestada pelo Brasil ao Haiti foi alvo de elogios hoje na sessão extraordinária realizada no 40º Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça. O ex-presidente dos Estados Unidos e representante da Organização das Nações Unidas, Bill Clinton, classificou como extraordinário e magnífico o papel desempenhado pelo governo brasileiro no apoio ao Haiti desde o primeiro terremoto, no começo deste mês. “[A atuação do Brasil representa] um trabalho extraordinário. O Brasil tem desempenhado um papel magnífico no apoio ao Haiti”, disse Clinton, na abertura da sessão, sendo aplaudido pelos presentes. O ex-presidente disse ter feito a referência ao Brasil aproveitando que o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, estava presente.


Governo funciona em delegacia de polícia

IRAQUE/VIOLÊNCIA

O governo do Haiti está despachando em uma delegacia policial. O Palácio Nacional foi seriamente abalado e está com a sua estrutura comprometida pelo terremoto do último dia 12. O prédio do Congresso veio abaixo. Tanto o presidente René Préval, quanto o primeiro ministro, Jean-Max Bellerive, estão trabalhando na delegacia. O local está próximo do aeroporto, por onde chega a maior parte da ajuda humanitária ao país e dos militares da missão das Nações Unidas.

“O presidente não escolheu a delegacia de polícia à toa. É estratégico”, disse o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que foi recebido na sede provisória do governo no sábado (23). O Haiti terá que reconstruir também o seu corpo administrativo. Embora o Estado já fosse mínimo antes do terremoto, muitos funcionários públicos morreram no desastre. O Brasil se ofereceu para auxiliar na formação do novo quadro de funcionários do país.

O chanceler brasileiro disse que ficou com uma boa impressão do primeiro-ministro e defendeu que o Haiti lidere os esforços de reconstrução, com ajuda da comunidade internacional. Ontem (25), durante a abertura da conferência de doadores em Montreal, no Canadá, Bellerive voltou a falar em liderar o processo de reconstrução do país.


Brasil aprova envio de mais 1.300 militares

A Comissão Representativa do Congresso Nacional aprovou hoje, em votação simbólica, o envio de mais 1.300 militares ao Haiti. A decisão atende ao pedido feito, na semana passada, pelo governo brasileiro que dependia do aval do Legislativo.

De acordo com a exposição de motivos encaminhada ao Congresso, 900 militares vão imediatamente para o Haiti e ficará uma reserva de 400 homens que poderão ser deslocados em caso de necessidade. Dos 900 que serão enviados imediatamente, 750 são do Batalhão de Infantaria e 150 da Polícia do Exército.

O presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney (PMDB-AP), lembrou a liderança do Brasil no comando das forças de paz no Haiti. “O Brasil, sendo o maior país da América do Sul, pelo peso da sua grandeza, tem o custo e isso nós devemos pagar. Para as Forças Armadas, é muito importante que tenhamos participação internacional em favor da paz no mundo inteiro”, disse.

O único parlamentar a se manifestar contrariamente ao envio de mais militares para o país atingido pelo terremoto foi o senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA).


Vale está pronto para enviar tropas

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 Militares do Vale do Paraíba estão prontos para embarcar para o Haiti e reforçar o contingente brasileiro na missão de paz da ONU. Nem mesmo o terremoto que devastou o país caribenho abrandou o espírito patriótico das tropas da região.

O Senado analisa amanhã o projeto de lei, enviado pelo Ministério da Defesa, que autoriza o envio de 900 militares para colaborar nas operações de segurança do Haiti.

A proposta prevê ainda que outros 400 homens fiquem de prontidão para também serem enviados ao Haiti, que já conta com cerca de 1.300 militares brasileiros. A convocação para o novo contingente priorizará militares que já serviram no Haiti e, portanto, possuem treinamento especial para missões de paz.

“Estou pronto para ir ao Haiti, se for preciso. Aceito servir de novo no país novamente se houver a oportunidade”, diz o cabo Cícero Fernandes, 38 anos, do 5º BIL de Lorena, que já esteve no Haiti em 2004.

Desde o início da missão da ONU, em junho de 2004, as unidades do Exército da região (Taubaté, Caçapava, Pinda e Lorena) enviaram 589 militares para o Haiti. No total, o Brasil já forneceu 10 mil soldados para a força de paz.

Da Redação do valeparaibano


Congresso decide se enviará mais soldados

A Comissão Representativa do Congresso Nacional se reúne hoje, às 15h, para examinar mensagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pede autorização para aumentar de 1.300 para 2.600 o contingente militar brasileiro no Haiti. Convocada pelo presidente do Senado, José Sarney, a reunião decidirá sobre o envio imediato de mais 900 militares e a disponibilização de outros 400 que ficarão de prontidão. Dos 900 militares que deverão ser enviados imediatamente ao Haiti, 750 integram um batalhão de infantaria e 150 são da polícia do Exército. Eles farão parte da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah, a sigla em francês).

Da Redação do valeparaibano